A beleza não vem do caos, mas sobrevive a ele
A vida na maioria dos casos não segue o planejado e esse é um relato de um caso que não foge à regra, mas às vezes no meio de tanto caos conseguimos encontrar algumas pequenas possíveis evidências de que talvez daria para tomar a rédea das coisas.
Hoje fui acometido por uma mistura de nostalgia, felicidade, arrependimento e talvez alguns sentimentos mais que eu ainda não consigo compreender. Isso aconteceu por conta de uma descoberta que não vem ao caso, mas que me levou a outras reflexões.
É assustador o número de decisões que tomamos nos primeiros dez anos de nossas vidas que influenciam tanto os (às vezes) muitos anos que a sucedem. A profissão a seguir, o hobby favorito, o sonho de consumo ou até mesmo o nome de um filho que ainda não veio.
Por sorte (ou azar) somos frequentemente assolados por ventanias e terremotos de caos, que nos levam de volta à incerteza e a replanejar a partir de um novo ponto as nossas vidas um pouco mais conscientemente, considerando as atuais variáveis. Mas alguns planos simplesmente sobrevivem e normalmente essas são as histórias mais bonitas de serem contadas (e ouvidas).
Assim como o gene é hoje considerado por alguns cientistas a unidade básica da evolução e não mais o indivíduo, vejo esses planos que sobrevivem a toda confusão da vida chegando enfim a se tornarem reais como a unidade básica da felicidade.
Talvez eu esteja exagerando por conta de um incidente particular e recente, mas mesmo que seja isso, não teria problema, pois esse incidente foi o que me levou a escrever essas palavras e cometer tal equívoco associativo por consequência dele não seria nada injusto.
Pra ser sincero eu nem sei exatamente se foi um plano traçado há muito tempo que finalmente se concretizou ou se simplesmente as consequências caóticas da vida levaram a um desfecho acidentalmente semelhante ao planejado no passado. Em todo caso, acho pouco provável que eu venha a saber o que realmente ocorreu.
Mas ainda assim é muito belo que alguns planos tão bonitos e cheios de significado sobrevivam a intervenções tão rudes e feias. Sendo esse o caso ou não.
Bem vindo ao mundo e tente fazer melhor uso do nome que carregamos (não deve ser difícil).
Hoje fui acometido por uma mistura de nostalgia, felicidade, arrependimento e talvez alguns sentimentos mais que eu ainda não consigo compreender. Isso aconteceu por conta de uma descoberta que não vem ao caso, mas que me levou a outras reflexões.
É assustador o número de decisões que tomamos nos primeiros dez anos de nossas vidas que influenciam tanto os (às vezes) muitos anos que a sucedem. A profissão a seguir, o hobby favorito, o sonho de consumo ou até mesmo o nome de um filho que ainda não veio.
Por sorte (ou azar) somos frequentemente assolados por ventanias e terremotos de caos, que nos levam de volta à incerteza e a replanejar a partir de um novo ponto as nossas vidas um pouco mais conscientemente, considerando as atuais variáveis. Mas alguns planos simplesmente sobrevivem e normalmente essas são as histórias mais bonitas de serem contadas (e ouvidas).
Assim como o gene é hoje considerado por alguns cientistas a unidade básica da evolução e não mais o indivíduo, vejo esses planos que sobrevivem a toda confusão da vida chegando enfim a se tornarem reais como a unidade básica da felicidade.
Talvez eu esteja exagerando por conta de um incidente particular e recente, mas mesmo que seja isso, não teria problema, pois esse incidente foi o que me levou a escrever essas palavras e cometer tal equívoco associativo por consequência dele não seria nada injusto.
Pra ser sincero eu nem sei exatamente se foi um plano traçado há muito tempo que finalmente se concretizou ou se simplesmente as consequências caóticas da vida levaram a um desfecho acidentalmente semelhante ao planejado no passado. Em todo caso, acho pouco provável que eu venha a saber o que realmente ocorreu.
Mas ainda assim é muito belo que alguns planos tão bonitos e cheios de significado sobrevivam a intervenções tão rudes e feias. Sendo esse o caso ou não.
Bem vindo ao mundo e tente fazer melhor uso do nome que carregamos (não deve ser difícil).
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